Sentindo o vento batendo em seus cabelos, ela pensa...
"Talvez, eu dance na chuva hoje; Talvez, eu brinque descalça nas poças de água; Talvez, quem sabe, eu voe como a folha que a chuva tira pra dançar Talvez... um dia, quem sabe... ?"
E sentindo novamente o arrepio que o vento frio causa em sua pele,
Ela, calmamente sentada, observa a chuva caindo lentamente do céu,
através da janela de seu escritório,
por detrás das telas de seu computador.
"Talvez, um dia seja livre como o vento... Talvez, quem saberá..?"
Então, se levanta e fecha a janela,
pois a linda chuva molhava seus papéis,
e o livre vento bagunçava seus arquivos.
E assim como a chuva, que corre pelos céus e depois vai ao chão,
ela mergulha em sua velha rotina;
Lendo papéis em preto e branco e sonhando com flores do campo coloridas,
Com pores-do-sol alaranjados e mares verdes,
e milhares de borboletas na imensidão do céu azul.
Não sou mais do que letras na tela. Alguém que ama a leveza e a simplicidade da vida, e escrever sobre histórias, sentimentos e inconstâncias. Um defeito é falar demais, e exagerar e ser intensa onde não se deve. Faço poesia, escrevo músicas, amo textos. Aqui exagero o quanto eu quiser.
Uma coisa pedi ao senhor, é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do senhor e buscar sua orientação no seu templo.